“Eu queria mudar o mundo, mas não liberaram o código-fonte”
“Eu queria mudar o mundo, mas não liberaram o código-fonte”
E eis que começo o ano me despedindo novamente da Banda 80. Saio com a alegria de ver a banda em sua melhor forma desde sua criação. Obrigado aos antigos e novos amigos de palco, e também à equipe do Garota Carioca que nos acolheu por esses meses todos. No meu lugar fica meu amigo Pablo Vilela, um dos melhores guitarristas desta cidade.
Segue um video do meu show de despedida.
Tendo sido fã de videogames e música por toda minha vida, eu acho um barato quando algum músico homenageia as trilhas sonoras dos jogos que marcaram minha infância, como esse octeto de guitarras do meu amigo Rodrigo Karashima.
Mas esses malucos aqui levaram essa história um pouco além, transformando trilhas de jogos antigos em pequenas “óperas rap”.
Esse Mega Man 2 “gangsta”, por exemplo, assim como a trilha original do jogo, é uma obra prima.
Obs.: o autor deste blog não aprova a maneira com que ele trata a Roll =P
Obs 2: Feliz 200X!
Quinta passada eu encarei um desafio bem interessante.
O Felipe Ventura, vocalista da Banda Oitenta e showman de primeira linha, precisou viajar e perguntou se eu encararia de cantar as vozes dele no show do Garota Carioca.
Analisei a situação, vi que rolava e topei. A galera também abraçou a ideia. E o resultado foi muito recompensador.
Minha esposa fez esse videozinho com a nossa máquina digital para registrar duas das músicas mais legais do set da banda:
Teste teste 123. SSssSSssSs. Pá, pá, pá.
Até que a migração foi indolor.
Novidades de outubro:
A primeira é que não faço mais parte da Rock n’ Blues. Obrigado aos ex-colegas pelo breve tempo de som juntos.
A segunda é que estou de volta à Banda Oitenta, que já está completando dois meses de temporada às quintas-feiras no Garota Carioca, choperia que abriu na frete no Liberty Mall, onde ficava a Platz em tempos passados.
Os shows têm sido bem legais! Apareçam!
Enquanto a Rock n’ Blues tira umas férias para a licença-paternidade do nosso baterista, o Rafa, segue um vídeo da gente tocando esse clássico do Creedence no Hill Music Bar, esse lounge hiper-descolado no Lago Sul.
Falando nisso: Rafa, parabéns para vocês e uma trajetória cheia de felicidade e rock n’ roll pro pequenino.
Este ano o mundo perdeu dois dos pais da guitarra elétrica “solidbody”.
Em julho foi o George Fullerton, que junto com Leo Fender criou a Stratocaster e a G&L.
Anteontem perdemos Les Paul.
Toquemos muito nossos discos e instrumentos em respeito a esses pioneiros que mudaram a cara da música popular no mundo inteiro.
Pai,
Só o seu olhar já me diz tudo
Toda sabedoria que preciso aprender
Suas ações esboçadas ao longo de toda sua vida
Seus tantos dias de lidas, suas noites mal dormidas,
Quando tinha, era arroz e feijão na marmita para comer
Ah! E o beijo na testa à noite não podia esquecer
Aquelas mãos calejadas, que durante tanto tempo fez de tudo para mim
Um dia foram mãos de mágico ou de super-herói desastrado, e hoje eu as beijo para a bênção pedir
Aproveito a data de hoje para te pedir perdão, pai.
Perdão por muitas vezes te julgar.
Hoje também já tenho filhos e de “velho caduco” já devem me chamar.
Por Priscilla Araujo
Finalmente algum material pra falar sobre esse projeto ao qual me juntei há cerca de dois meses, a banda Rock n’ Blues.
Essa galera já vem fazendo tributo ao rock clássico e ao blues há alguns anos, e já fizemos juntos dois shows.
Esse vídeo é de um show improvisado na semana passada, em que eu tive que me virar nas guitarras pra tentar suprir a ausência do nosso tecladista.
Dia 15 de agosto temos show no O’Rilley (409s), agora com a banda completa:
Daniel Araujo - Voz
Jonas Henrique - Guitarra e backings
Rafael Sette - Bateria
Sérgio Ronald - Baixo
Ivo Peixinho - Teclado