Conheci o Zé Rodrix rapidamente quando Sá, Rodrix e Guarabira vieram a Brasília no final do ano passado. Após o show ele foi ao saguão do teatro cumprimentar os que ainda estavam presentes.
Quando ele se dirigia ao estacionamento, tive tempo de dizer que era grande fã do disco “Terra”, que conheci quando meu pai me pediu para “ripar” seu vinil para CD. “É um disco muito bonito”, respondeu.
Depois ele entrou no carro - aparentemente, ele iria embora de carona - e pediu para sentar no banco de trás porque na frente ele sentia mal-estar. Tinha um curioso jeito simpático e ranzinza.
Zé, obrigado pelas belas canções que você deixou prá gente. O artista é um generoso quando deixa na terra um pouco de alma, em forma de arte.

