Falando em retomar velhos hábitos, há muitos anos eu não tocava num show de heavy metal.
Daí, meu amigo Renato e sua banda Fierce Fire tinham uma data marcada pra fazer um tributo ao Metallica e estavam sem baixista. Como tenho um baixo aqui em casa…
Valeu ao meu brotherzaço Diogo pela filmagem!
E obrigado ao pessoal do FF por me proporcionar um momento tão divertido! Só o desafio já teria valido a pena.
Pra mim, que então começava minha vida de frequentador de shows, é uma viagem no tempo.
Também é interessante ver as percepções dos entrevistados sobre a cidade na época. Me chamou a atenção um certo consenso de que Brasília era muito interiorana, um lugar onde todos se conheciam.
Postei só a parte 1, mas vale a pena acessar o Youtube do Pipo e conferir todas as 6.
Sexta-feira passada retomamos um tradicional hábito de comemorar o aniversário do meu amigo Diogo fazendo um show de covers do Pearl Jam e agregados da cena “Grunge”.
A banda:
Denis Oliveira - Voz
Diogo Abramo - guitarra / voz
Daniel Araujo - guitarra / voz
Caco Gonçalves - bateria
Fábio “Lontra” - baixo
“Seu Jajá” é meu sogro. Um pioneiro de Brasília que veio, com a cara e a coragem, desbravar a capital brasileira quando ela não tinha nem 10 anos de idade.
Neste vídeo, caseiramente produzido por mim e minha esposa, ele homenageia a cidade que o acolheu em tom de moda de viola:
Depois que eu comecei a brincar com o simulador do AC-30 “Top Boost” do PodXT, descobri como o som desse amplificador clássico da Vox é rico e versátil.
Agora quase todos os meus presets (limpo, drive e distorção) são feitos com ele. Sempre usando a simulação de A.I.R. número 15 (4×10 Line 6), virtualmente microfonada com um SM 57 on-axis. É a única configuração que me agrada no PodXT, por não colorir excessivamente o som.
Segue um teste que fiz com o PodXT e minha G&L Tribute ASAT Classic (telecaster coreana), improvisando sobre a música “A Encruzilhada”, do Amálgama (créditos de composição pro meu amigo Marcus Vinícius de Morais):
Depois que me apaixonei por esse som resolvi comprar um brinquedo da Vox, o Amplug AC-30, que tem um conceito muito interessante: um amplificador de fone de ouvido, que simula o som de um AC-30 como se estivesse microfonado bem de perto. Ele é totalmente analógico e transistorizado, e funciona com 2 pilhas AAA.
Surpreendentemente, o som dele é muito bom, e dá até pra fazer gravações direto em linha. Aqui eu fiz um teste com o Amplug, minha Parker P30 (strato chinesa) e um TubeScreamer TS-808 feito à mão pelo Andy, de BH:
E eis que começo o ano me despedindo novamente da Banda 80. Saio com a alegria de ver a banda em sua melhor forma desde sua criação. Obrigado aos antigos e novos amigos de palco, e também à equipe do Garota Carioca que nos acolheu por esses meses todos. No meu lugar fica meu amigo Pablo Vilela, um dos melhores guitarristas desta cidade.
Tendo sido fã de videogames e música por toda minha vida, eu acho um barato quando algum músico homenageia as trilhas sonoras dos jogos que marcaram minha infância, como esse octeto de guitarras do meu amigo Rodrigo Karashima.
Mas esses malucos aqui levaram essa história um pouco além, transformando trilhas de jogos antigos em pequenas “óperas rap”.
Esse Mega Man 2 “gangsta”, por exemplo, assim como a trilha original do jogo, é uma obra prima.
Obs.: o autor deste blog não aprova a maneira com que ele trata a Roll =P