Depois que eu comecei a brincar com o simulador do AC-30 “Top Boost” do PodXT, descobri como o som desse amplificador clássico da Vox é rico e versátil.
Agora quase todos os meus presets (limpo, drive e distorção) são feitos com ele. Sempre usando a simulação de A.I.R. número 15 (4×10 Line 6), virtualmente microfonada com um SM 57 on-axis. É a única configuração que me agrada no PodXT, por não colorir excessivamente o som.
Segue um teste que fiz com o PodXT e minha G&L Tribute ASAT Classic (telecaster coreana), improvisando sobre a música “A Encruzilhada”, do Amálgama (créditos de composição pro meu amigo Marcus Vinícius de Morais):
Depois que me apaixonei por esse som resolvi comprar um brinquedo da Vox, o Amplug AC-30, que tem um conceito muito interessante: um preamplificador de microfone que simula o som de um AC-30 como se estivesse microfonado bem de perto. Ele é totalmente analógico e transistorizado, e funciona com 2 pilhas AAA.
Surpreendentemente, o som dele é muito bom, e dá até pra brincar com ele para fazer gravações direto em linha. Aqui eu fiz um teste com o Amplug, minha Parker P30 (strato chinesa) e um TubeScreamer TS-808 feito à mão pelo Andy, de BH:
E eis que começo o ano me despedindo novamente da Banda 80. Saio com a alegria de ver a banda em sua melhor forma desde sua criação. Obrigado aos antigos e novos amigos de palco, e também à equipe do Garota Carioca que nos acolheu por esses meses todos. No meu lugar fica meu amigo Pablo Vilela, um dos melhores guitarristas desta cidade.
Tendo sido fã de videogames e música por toda minha vida, eu acho um barato quando algum músico homenageia as trilhas sonoras dos jogos que marcaram minha infância, como esse octeto de guitarras do meu amigo Rodrigo Karashima.
Mas esses malucos aqui levaram essa história um pouco além, transformando trilhas de jogos antigos em pequenas “óperas rap”.
Esse Mega Man 2 “gangsta”, por exemplo, assim como a trilha original do jogo, é uma obra prima.
Obs.: o autor deste blog não aprova a maneira com que ele trata a Roll =P
Quinta passada eu encarei um desafio bem interessante.
O Felipe Ventura, vocalista da Banda Oitenta e showman de primeira linha, precisou viajar e perguntou se eu encararia de cantar as vozes dele no show do Garota Carioca.
Analisei a situação, vi que rolava e topei. A galera também abraçou a ideia. E o resultado foi muito recompensador.
Minha esposa fez esse videozinho com a nossa máquina digital para registrar duas das músicas mais legais do set da banda:
Enquanto a Rock n’ Blues tira umas férias para a licença-paternidade do nosso baterista, o Rafa, segue um vídeo da gente tocando esse clássico do Creedence no Hill Music Bar, esse lounge hiper-descolado no Lago Sul.
Falando nisso: Rafa, parabéns para vocês e uma trajetória cheia de felicidade e rock n’ roll pro pequenino.